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25 episódios da série on-line Conhecendo Museus |
domingo, 8 de abril de 2012
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
SEDIHC PROMOVE EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA SOBRE DITADURA MILITAR: "DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE"
A PARTIR DESTA SEGUNDA-FEIRA (5), ÀS 18H, A SECRETARIA DE ESTADO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA (SEDIHC), EM PARCERIA COM A SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (SDH/PR), ABRE AO PÚBLICO A EXPOSIÇÃO “DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE - A DITADURA NO BRASIL, 1964-1985”,QUE REÚNE FOTOS SOBRE O PERÍODO TURBULENTO DA DITADURA MILITAR. A IDEIA DO PROJETO É LEVAR À POPULAÇÃO O CONHECIMENTO SOBRE ESSE PERÍODO DA VIDA NACIONAL.
O PROJETO DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE TEVE INÍCIO EM 2006 E DESTE ESSA ÉPOCA PERCORRE O PAÍS INTEIRO, COM IMAGENS E TEXTOS QUE MARCAM DESDE A DEFLAGRAÇÃO DO GOLPE MILITAR, EM 1964, À RETOMADA DA DEMOCRACIA, PASSANDO POR REVOLTAS ESTUDANTIS E PELAS CAMPANHAS DE ANISTIA E DAS “DIRETAS JÁ”. A EXPOSIÇÃO TRAZ AMBIENTAÇÃO VISUAL, CONDUZINDO O PÚBLICO A UMA VIAGEM NO TEMPO. SÃO REGISTROS DE UM PASSADO MARCADO PELA VIOLÊNCIA E PELA VIOLAÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS.
O PROJETO DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE TEVE INÍCIO EM 2006 E DESTE ESSA ÉPOCA PERCORRE O PAÍS INTEIRO, COM IMAGENS E TEXTOS QUE MARCAM DESDE A DEFLAGRAÇÃO DO GOLPE MILITAR, EM 1964, À RETOMADA DA DEMOCRACIA, PASSANDO POR REVOLTAS ESTUDANTIS E PELAS CAMPANHAS DE ANISTIA E DAS “DIRETAS JÁ”. A EXPOSIÇÃO TRAZ AMBIENTAÇÃO VISUAL, CONDUZINDO O PÚBLICO A UMA VIAGEM NO TEMPO. SÃO REGISTROS DE UM PASSADO MARCADO PELA VIOLÊNCIA E PELA VIOLAÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS.
A EXPOSIÇÃO, QUE OCORRE NO MUSEU DE ARTES VISUAIS- MAV, NA RUA PORTUGAL 273(PRAIA GRANDE, EM SÃO LUÍS) FICARÁ ABERTA AO PÚBLICO ATÉ DIA 12 DE JANEIRO DE 2012 SEMPRE DAS 9h às 17h30, NO MUSEU DE ARTES VISUAIS.
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| PAINEL DE ABERTURA DA EXPOSIÇÃO EM 05.12.11 |
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| O VICE-GOVERNADOR WASHINGTON LUIZ, A SECRETÁRIA DE DIREITOS HUMANOS, LUIZA OLIVEIRA |
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| DIVERSAS AUTORIDADES, TAIS COMO, O VICE-GOVERNADOR WASHINGTON LUIZ, A SECRETÁRIA DE DIREITOS HUMANOS, LUIZA OLIVEIRA, ENCARREGADA DO MAV, ATIANE GUSMÃO, ENTRE OUTRAS. |
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| ATIANE GUSMÃO (ENCARREGADA DO MUSEU DE ARTES VISUAIS) , DIONAL ANDRADE (FUNCIONÁRIO) E TAMILA QUIM (ESTAGIÁRIA) |
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| ENCARREGADAS DO MUSEU DE ARTES VISUAIS: LAURA D`JESUS, CONCEIÇÃO MONTEIRO E ATIANE GUSMÃO |
sábado, 8 de outubro de 2011
BIOGRAFIAS: WESLEY DUKE LEE
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
VISITANDO O MUSEU: ESCOLA PORTAL DO SABER
No dia 28 de setembro de 2011, recebemos a Escola Portal do Saber, ficamos felizes que desde cedo os alunos ( faixa etária de 05 anos) são estimulados a conhecerem Instituições Culturais. Através das cores, formas, texturas e técnicas diferentes, fazendo descobertas no Mundo das Artes Plásticas.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
BIOGRAFIAS: DJANIRA MOTTA E SILVA
| *FOTO: Djanira. Catálogo da Exposição do Museu Nacional de Belas Artes (pág. 19); São Paulo, 1976. TRAJETÓRIA DE VIDA Nasceu em Avaré - SP, em 20 de junho de 1914 e faleceu no Rio de Janeiro - RJ, em 31 de maio de 1979, aos 65 anos. Descendente de austríacos e de índios guaranis, Djanira da Mota e Silva passou a infância em Porto União (SC), onde trabalhava na lavoura. Na adolescência, voltou para a cidade natal, Avaré (SP). Em 1928, seguiu para São Paulo, onde foi vendedora ambulante. Ganhava pouco, morava e comia mal, mas trabalhava além de suas forças. Contraiu tuberculose e foi internada no pavilhão de pacientes terminais do Sanatório Dória, de São José dos Campos, nos 1930. No hospital, teve acesso pela primeira vez a pincéis e telas. Djanira passou a pintar figuras de um Cristo contorcido em dores, como os pacientes do pavilhão dos desenganados. Para espanto dos médicos, ela se recuperou e recebeu alta, quase que completamente curada. Mudou-se nos anos 1940 para o Rio de Janeiro, onde se casou com Bartolomeu Gomes Pereira, um maquinista da marinha mercante. Ele morreu quando um submarino alemão torpedeou o seu navio na Segunda Guerra Mundial. Viúva e sozinha, alugou um quarto na Pensão Mauá, em Santa Teresa, e viveu como costureira. Os outros hóspedes eram estudantes de pintura com poucos recursos e alguns pintores estrangeiros refugiados de guerra. Entre eles, o romeno Emeric Marcier, que trocou casa e comida por aulas de arte. Djanira aprendeu técnicas, porém, permaneceu fiel ao seu estilo simples. Próximo à pensão, o Hotel Internacional reunia pintores mais ricos, como os exilados franceses Arpad Szenes e sua mulher Maria Helena Vieira da Silva. Djanira passou a receber apoio. Participou do Salão Nacional de Belas Artes em 1942, e fez duas exposições coletivas e uma individual. Toda a obra de Djanira está marcada por sua pesquisa sobre a cultura de nossa terra. Em 1950, mora por seis meses com os índios Canela do Maranhão antes de pintá-los. Em 1952, viajou pelo Brasil para colher imagens do cotidiano e de festas religiosas. Essa foi a fase mais expressiva de sua carreira. Representou pescadores, trabalhadores do campo e da cidade, e o místico sincretismo do catolicismo e cultos afro-brasileiros. O painel "Santa Bárbara" (1964), de 130 metros quadrados e 5300 azulejos, é um dos melhores exemplos desta fase e está hoje no Museu Nacional das Belas Artes do Rio de Janeiro. A obra é uma homenagem aos 18 operários mortos na abertura do Túnel Santa Bárbara, entre os bairros de Catumbi e Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Em 1979, com a saúde novamente debilitada, entrou na Ordem Terceira do Carmo e mudou o nome para Teresa do Amor Divino. Morreu no convento. OBRAS Painel de Djanira (Santa Bárbara) no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA Rio de Janeiro-RJ Estudo para o Painel de Azulejos do Túnel Santa Bárbara guache s/ papel Colheita de Café xilogravura impressa s/ papel A Indústria Automobilística Brasileira óleo s/ tela |
quarta-feira, 6 de julho de 2011
BOLETIM MINC

MARANHÃO
Concurso Literário e Artístico
A partir do dia 11 de julho, estarão abertas as inscrições para o 34º Concurso Literário e Artístico Cidade de São Luís. O edital é uma realização da Fundação Municipal de Cultura de São Luís e está organizado nas categorias Prêmio Aluísio Azevedo, Prêmio Antônio Lopes, Prêmio Sousândrade, Prêmio Inácio Cunha e Prêmio para Jornalismo. O evento possui caráter competitivo e classificatório. A participação é gratuita e dividida em obras destinadas ao público infanto-juvenil e adulto. As inscrições poderão ser feitas até 31 de agosto. Confira: http://www.funcsl.wordpress.com/
segunda-feira, 6 de junho de 2011
MOSTRA FOTOGRÁFICA NO MUSEU
A rainha Nã Agotimé, esposa do rei Agingolo, era conhecida em sua aldeia pelas histórias que contava sobre seus ancestrais e sobre o culto aos reis mortos. Guardava os segredos do culto a Xelegbatá, a peste.
Adandozan, filho de um primeiro casamento do rei, assumiu o trono com a morte do pai e tratou de mantê-la isolada, acusando-a de feitiçaria, não hesitando em vendê-la como escrava. Em Uidá, grande porto de venda de escravos, Agotimé foi jogada nos porões imundos de um navio e trazida para o Brasil.
Conheça mais um pouco desta história visitando a mostra que é composta de imagens feitas pelo fotógrafo maranhense Márcio Vasconcelos que fica em cartaz até o mês de agosto no Museu de Artes Visuais, localizado na Rua Portugal, 273, Praia Grande, São Luís/MA.
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