sexta-feira, 25 de maio de 2012

Artista Péricles Rocha expõe “Mitos e ritos de São Luís” no MAV.



O artista plástico maranhense Péricles Rocha abre nesta sexta-feira (25), às 21h, no Museu de Artes Visuais (Rua Portugal, 273 - Praia Grande), a exposição “Mitos e Ritos de São Luís”, em comemoração aos 40 anos de arte. A Exposição é composta de 32 telas com técnica mista, produzidas entre os anos de 2011 e 2012.

Com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secma) / Museu Histórico e Artístico do Maranhão e da Secretaria de Estado da Comunicação (Secom), a exposição permanecerá aberta ao público de terça a domingo, no horário das 9h às 17h, até o dia 31 de agosto de 2012. 

A temática é inspirada na miscigenação da cultura popular maranhense e nos ritmos e mitos de São Luís, sobretudo o tambor de crioula.

Rocha é autor do painel pintado no Aeroporto Marechal Hugo Cunha Machado, tendo seu trabalho admirado em 2006, pelo consultor de arte Raymond Hensgens, que em visita a São Luís tomou conhecimento do talento do maranhense durante a exposição "Um Beijo em São Luís", montada por Rocha em 2006 e dois anos depois, o convidou para fazer sua primeira exposição internacional, montada na galeria Nieuw Schoten, art consultancy, na Holanda.

Vernissage: "Ritos e Mitos de São Luís"

Um passeio pictórico pela cultura do Maranhão é o que reserva a mostra Ritos e Mitos de São Luís, que o artista plástico inaugura hoje às 21h.

O QUÊ: Exposição “Mitos e Ritos de São Luís”, de Péricles Rocha 
ABERTURA: Nesta sexta-feira (25), às 21h
PERÍODO: Até o dia 31 de agosto deste ano, sempre de terça a domingo, no horário das 9h às 17h
ONDE: Museu de Artes Visuais (Rua Portugal, 273- Praia Grande)


sábado, 5 de maio de 2012

MUSEU NAS NUVENS

Será exibida no mês de junho de 2012, a entrevista do Professor Paulo César Carvalho do Departamento de Artes da Universidade Federal do Maranhão - UFMA ao apresentador e ator Cássio Reis  da TV TAM Nas Nuvens.
O tema abortado enfatiza azulejaria de São Luís, destacando o belo acervo composto no Museu de Artes Visuais - anexo do Museu Histórico e Artístico do Maranhão.
TAM  nas nuvens é um programa de televisão veiculado exclusivamente a bordo dos aviões da TAM, nos voos nacionais e internacionais. Com o formato de uma revista eletrônica de variedades, o programa apresenta matérias que vão da moda à gastronomia, passando por cinema, música, esportes e negócios. 
Os repórteres viajam pelos quatro cantos do planeta atrás de boas histórias, e do que existe de mais divertido, importante e inovador no Brasil e no mundo. Vale a pena conferir!  www.youtube.com/tam


 


Cássio Reis e Paulo César
Finalizando a Entrevista na  Rua Portugal

TV Brasil lança série Conhecendo Museus


Ministrada Cultura: Ana de Hollanda

Foi lançada na noite dessa quinta-feira (3) a série Conhecendo Museus, a ser exibida pela TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), às terças-feiras, às 17h30. Na estreia, em 8 de maio, o telespectador é convidado a conhecer objetos, obras de arte, personagens notórios que contam a história do Brasil. A visita é guiada pela câmera de TV que vai percorrer museus de Norte a Sul.

A série é composta por 52 episódios, com 26 minutos divididos em dois blocos. A cada programa, o público vai poder mergulhar em um novo museu nacional. Na estreia, é a vez do Museu do Futebol, que fica em São Paulo (SP).

Em seguida, o Museu de Arte Moderna (RJ), o Museu Comunitário Lomba do Pinheiro (RS) e o Museu das Bandeiras (GO). O programa é uma co-produção da EBC, Fundação José de Paiva Netto (FJPN), Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e TV Escola (Ministério da Educação).

Para a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, o programa - com sua linguagem criativa e inovadora - pode ajudar a quebrar o preconceito que associa museu a “coisa ultrapassada”. “Essa visão reflete o preconceito que temos com a nossa própria história, nossa cultura. O museu está contando a nossa história”, disse a ministra. Ela participou do lançamento, na sede da Legião da Boa Vontade (LBV).

Ela destaca que os brasileiros têm costume de visitar museus quando viajam ao exterior, mas não gostam de conhecer os do próprio país. “Por que visitar museus somente na Europa?. Temos que chegar numa cidade [no Brasil] e visitar seus museus para entender aquela localidade”.

O presidente do Ibram, José do Nascimento (foto), espera que o programa televisivo sirva para aguçar a curiosidade dos brasileiros. Na avaliação de Nascimento, o crescimento econômico vivido pelo país é fator que propicia à população conhecer sua história e suas raízes. “Não há futuro sem memória, inovação sem memória. Estamos mostrando para a sociedade brasileira que sua memória é importante para que ela própria possa valorizar”.

Opinião compartilhada pelo coordenador da FJPN, Luciano Pereira: “Precisamos conhecer nossas raízes para crescer e desenvolver”.

O presidente da EBC, Nelson Breve, disse que a exibição da série na faixa das 17 horas é para atrair o público-jovem. “Televisão no Brasil é entretenimento. Não adianta fazer conteúdo chato para televisão. O programa consegue informar, passar cultura e educar as pessoas. O material é de primeira linha”.

No segundo semestre deste ano, a série será exibida pela TV Escola. Toda a programação está disponível no site www.conhecendomuseus.com.br

Confira os horários dos primeiros quatro episódios da série Conhecendo Museus:

Programa 1 - Museu do Futebol (SP)
1ª exibição: 8 de maio - 17h30
Reprise: 12 de maio - 15h30.

Programa 2 – Museu de Arte Moderna (RJ)
1ª exibição: 15 de maio - 17h30
Reprise: 19 de maio -15h30

Programa 3 – Museu Comunitário Lomba do Pinheiro (RS)
1ª exibição: 22 de maio – 17h30
Reprise: 26 de maio – 15h30

Programa 4 – Museu das Bandeiras (GO)
1ª exibição: 29 de maio – 17h30
Reprise: 2 de junho - 15h30

Fonte: AgenciaBrasil


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SEDIHC PROMOVE EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA SOBRE DITADURA MILITAR: "DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE"

          A PARTIR DESTA SEGUNDA-FEIRA (5), ÀS 18H, A SECRETARIA DE ESTADO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA (SEDIHC), EM PARCERIA COM A SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (SDH/PR), ABRE AO PÚBLICO A EXPOSIÇÃO “DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE - A DITADURA NO BRASIL, 1964-1985”,QUE REÚNE FOTOS SOBRE O PERÍODO TURBULENTO DA DITADURA MILITAR. A IDEIA DO PROJETO É LEVAR À POPULAÇÃO O CONHECIMENTO SOBRE ESSE PERÍODO DA VIDA NACIONAL.


    O PROJETO DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE TEVE INÍCIO EM 2006 E DESTE ESSA ÉPOCA PERCORRE O PAÍS INTEIRO,  COM  IMAGENS E TEXTOS QUE MARCAM DESDE A DEFLAGRAÇÃO DO GOLPE MILITAR, EM 1964, À RETOMADA DA DEMOCRACIA, PASSANDO POR REVOLTAS ESTUDANTIS E PELAS CAMPANHAS DE ANISTIA E DAS “DIRETAS JÁ”. A EXPOSIÇÃO TRAZ AMBIENTAÇÃO VISUAL, CONDUZINDO O PÚBLICO A UMA VIAGEM NO TEMPO. SÃO REGISTROS DE UM PASSADO MARCADO PELA VIOLÊNCIA E PELA VIOLAÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS.

   A EXPOSIÇÃO, QUE OCORRE NO MUSEU DE ARTES VISUAIS- MAV, NA RUA PORTUGAL 273(PRAIA GRANDE, EM SÃO LUÍS) FICARÁ ABERTA AO PÚBLICO ATÉ DIA 12 DE JANEIRO DE 2012 SEMPRE DAS  9h às 17h30, NO MUSEU DE ARTES VISUAIS.



PAINEL DE ABERTURA DA EXPOSIÇÃO EM 05.12.11


O VICE-GOVERNADOR WASHINGTON LUIZ, A SECRETÁRIA DE DIREITOS HUMANOS, LUIZA OLIVEIRA

DE ACORDO COM O VICE-GOVERNADOR, TRAZER A EXPOSIÇÃO AO MARANHÃO REPRESENTA UM PASSO IMPORTANTE NO PROCESSO DE CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA. "A DEMOCRACIA E O RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS SÓ SE CONSTRÓI COM DEBATES, E O GOVERNO DO MARANHÃO TEM SE APRESENTADO ABERTO A ESSAS TEMÁTICAS", COMENTOU.

 MUITO JÁ SE TEM AVANÇADO NO PROCESSO DE AFIRMAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS, PORÉM É NECESSÁRIO QUE AS UNIVERSIDADES E CENTROS ESTUDANTIS DEBATAM MAIS ESTES ASSUNTOS. A EXPOSIÇÃO REPRESENTA A QUEBRA DO SILÊNCIO E A SENSIBILIZAÇÃO POR MEIO DA MEMÓRIA E DA HISTÓRIA. ALÉM DISSO, É UMA FORMA DE RESISTÊNCIA A ESSAS PRÁTICAS, E IMPEDIR QUE ELAS VOLTEM A SE REPETIR", RESSALTOU A SECRETÁRIA DE ESTADO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA, LUIZA OLIVEIRA.

    DIVERSAS AUTORIDADES, TAIS COMO, O VICE-GOVERNADOR WASHINGTON LUIZ, A SECRETÁRIA DE DIREITOS HUMANOS, LUIZA OLIVEIRA, ENCARREGADA DO MAV, ATIANE GUSMÃO, ENTRE OUTRAS. 

    ATIANE GUSMÃO (ENCARREGADA DO MUSEU DE ARTES VISUAIS) , DIONAL ANDRADE (FUNCIONÁRIO) E TAMILA QUIM (ESTAGIÁRIA)

    ENCARREGADAS DO MUSEU DE ARTES VISUAIS: LAURA D`JESUS, CONCEIÇÃO MONTEIRO E ATIANE GUSMÃO


    AO TODO SÃO 14 PAINÉIS COM IMAGENS E TEXTOS QUE MARCAM DESDE A DEFLAGRAÇÃO DO GOLPE MILITAR, EM 1964, À RETOMADA DA DEMOCRACIA, PASSANDO POR REVOLTAS ESTUDANTIS E PELAS CAMPANHAS DE ANISTIA E DAS 'DIRETAS JÁ'.


    sábado, 8 de outubro de 2011

    BIOGRAFIAS: WESLEY DUKE LEE


    Folhapress
    Wesley Duke Lee (São Paulo, 21 de dezembro de 1931 - São Paulo, 12 de setembro de 2010), desenhista, gravador, artista gráfico e professor. 

    Sua influência artística veio da avó – pintora acadêmica – e do pai – grande desenhista. Fez curso de desenho livre no MASP em 1951. 

    Ainda em seus anos de formação, em 1952, viajaria para Nova Iorque, onde entraria em contato com os primordios do movimento pop norte-americano, liderada por figuras como Robert Rauschenberg, Jasper Johns e Cy Twombly – e estudou na Parson’s School of Design (curso de Artes Gráficas) e no American Institute of Graphics Arts (curso de Tipografia) durante 3 anos.

    Em seus primórdios, a pop era essencialmente uma arte de contestação ao conservadorismo das camadas médias da população. Apresentava de maneira humorística e debochada, todos os ícones de consumo característicos do american way of life, propagandeados pela burguesia como as grandes conquistas do progresso social nos Estados Unidos.

     
    Logo ao retornar para o Brasil (em 1960), realizou um dos primeiros happenings no país chamado O Grande Espetáculo das Artes.

    Em 1963, formou o movimento artístico Realismo Mágico com o crítico Pedro Manuel Gismondi, a pintora Maria Cecília, o artista Bernardo Cid, o escritor Carlos Felipe Saldanha e o fotógrafo Otto Stupakoff (com ele, Duke Lee criou uma feira industrial realizando uma série de ambientes e instalações – uma delas fora apresentada na 44ª Bienal de Veneza),

    Em 1966 com Nelson Leirner, Geraldo de Barros, José Resende, Carlos Fajardo e Frederico Nasser (destes últimos três e do artista Luiz Paulo Baravelli foi professor) fundou o Rex Gallery & Sons (espaço alternativo usado para publicarem manifestos e divulgarem produtos que não eram expostos em outras galerias).

    Foi para Paris onde estudou desenho na Académie de la Grande Chaumière ao mesmo tempo em que estudou gravura no ateliê de Johnny Friedlaender. Trabalhou na área de publicidade (pela campanha publicitária para a empresa Régie-Renault recebeu o prêmio Oscar de La Publicité Française em 1961), no entanto, sua criatividade artística impossibilitou sua permanência por longo período em qualquer tipo de trabalho, por isso, trabalhou como free-lancer por algum tempo, mas logo voltou a dedicar-se por completo às artes. Com o pintor Karl Plattner trabalhou e estudou (pintura mural) em São Paulo, na Áustria e na Itália.

    Ganhou menção honrosa na 43ª Annual Exhibition of Advertising Art and Design e o prêmio Ampulheta na Biblioteca Municipal de São Paulo (ambas em 1964). No mesmo ano foi preso nos primeiros dias do Golpe Militar e passou a produzir uma série de obras criticando as atitudes e ideologias dessa revolução. A convite de Walter Zanini foi admitido no Grupo Phases.

    Lecionou Desenho na Faculdade de Arquitetura do Mackenzie, na Escola de Desenho Industrial de Ribeirão Preto e alguns anos mais tarde na pós-graduação da Universidade do Sul da Califórnia em Irvine.

    Participou do projeto Art and Technology, realizado pelo Los Angeles County Museum of Art – evento que o fez interromper suas instalações e os usos da tecnologia por algum tempo (projetos retomados somente nos anos 80). No Centro de Reprodução Xerox em Nova York realizou seus primeiros projetos com a técnica da cópia. Nesse período, passou a pesquisar outras utilizações com o xerox, com o vídeo, com a polaroid e com outras técnicas de reprodução eletrônica visuais.

     
    Entre suas principais premiações destacam-se as da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) - de melhor pintor paulista do ano (1976) e de exposição retrospectiva de 1993, recebida em 1994.

    O que caracteriza seus trabalhos são os contextos críticos sócio-políticos, o erotismo e pela utilização de materiais e práticas inovadoras, relacionando técnicas usuais às novas tecnologias, intervindo na percepção real da ideologia na produção.




    Um dos fundadores do Grupo Rex, que oferecia reação combativa e bem-humorada ao mercado de artes na década de 1960. Nessa época, foi também responsável pela realização dos primeiros "happenings" da arte brasileira.



    Wesley Duke Lee - Mundo Submarino com Baleia Passando
     

                  
    Mundo Submarino com Baleia Passando
    35 x 20 cm
    Têmpera sobre papel
    Ano: 1961





    Creáteur et la creature
    160 x 120 cm
    Técnica mista sobre madeira
    Ano: 1964




    Fonte: Pinturabrasileira.com






    (Egipiciana)
      Obra O Nome do Cadeado é: As Circunstâncias e Seus Guardiões (1966), de Wesley Duke Lee


      • Obra "O Nome do Cadeado é: As Circunstâncias e Seus Guardiões" (1966), de Wesley Duke Lee

    quarta-feira, 28 de setembro de 2011

    VISITANDO O MUSEU: ESCOLA PORTAL DO SABER


    No dia 28 de setembro de 2011, recebemos a Escola Portal do Saber, ficamos felizes que desde cedo os alunos ( faixa etária de 05 anos) são estimulados a conhecerem Instituições Culturais.  Através das cores, formas, texturas e técnicas diferentes,  fazendo descobertas no Mundo das Artes Plásticas.